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Escrevendo esses poucos médicos, na longa vida médica, casos esses retirados do arquivo da memória e da anotações, aqueles que os lerem, terem a impressão que o médico sabia tudo, acertava tudo.
Não era assim.
Obrigado na época a praticar toda sorte de medicina, padeceu até o limite que uma pessoa pode suportar. Acontecia, na ocasião com todos os médicos.
Sabe que falhou. Levou várias vezes a medicina até onde conseguiu e não até onde desejava e precisava.
Quantos, no desespero da doença, olhavam para o médico como a indagar-lhe se ali cessavam os seus conhecimentos, a sua ação ou o seu poder de curar.
Descritos casos diferentes, da brutalidade à ignorância, da ingenuidade à simplicidade, da arrogância à mais santa inocência.
Se fosse percorrer nas dezenas dos anos na \arte de Curar, amargaria o doutor nas lembranças, feridas não cicatrizadas, inesquecíveis.
Viveu-se a intensidade na amplitude da medicina, em época distantes no presente, no passado, sem recurso de toda natureza.
Não se pode exercer a medicina sem sentimentos, sem vivê-la sem sublimidade.
Guardou, como num sacrário, os desesperos e as amarguras que padeceram os doentes, os familiares e entristeceram o médico.
Doloroso demais é trazer tudo que se viu e exerceu na Medicina.
A fé ajudou a nossa grandeza no exercício da Medicina.
"Opus divinum sedare doloren"
Obra Divina é sedar a dor
Dor de qualquer natureza.
Jesus foi o nosso Mestre.
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